
Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu no Porto, em 6 de Novembro de 1919, no seio de uma família aristocrática. E uma poetisa portuguesa que narra em suas obras um pouco sobre a velha portugal. Sophia tem um ar inovador na poesia, um canto, um ato performático.
conheça duas de suas poesias:
Catilina
Eu sou o solitário e nunca minto.Rasguei toda a vaidade tira a tiraE caminho sem medo e sem mentiraÀ luz crepuscular do meu instinto.
De tudo desligado, livre sintoCada coisa vibrar como uma lira,Eu - coisa sem nome em que respiraToda a inquietação dum deus extinto.
Sou a seta lançada em pleno espaçoE tenho de cumprir o meu impulso,Sou aquele que venho e logo passo.
E o coração batendo no meu pulsoDespedaçou a forma do meu braçoPr'além do nó de angústia mais convulso.
Eu sou o solitário e nunca minto.Rasguei toda a vaidade tira a tiraE caminho sem medo e sem mentiraÀ luz crepuscular do meu instinto.
De tudo desligado, livre sintoCada coisa vibrar como uma lira,Eu - coisa sem nome em que respiraToda a inquietação dum deus extinto.
Sou a seta lançada em pleno espaçoE tenho de cumprir o meu impulso,Sou aquele que venho e logo passo.
E o coração batendo no meu pulsoDespedaçou a forma do meu braçoPr'além do nó de angústia mais convulso.
Nenhum comentário:
Postar um comentário